Home Data de criação : 09/04/30 Última atualização : 12/05/23 04:39 / 260 Artigos publicados

"A ilha" - vídeo animado de Alê Camargo e proposta de atividades para ensino fundamental  (Literatura e ensino) escrito em quarta 23 maio 2012 04:04

O curta metragem "A ilha" foi realizado em 2008 por Alê Camargo e seus alunos  na Escola Ozi, em Brasília. Ao contrário do que informa a fonte de onde o lincamos, o trabalho não teve patrocínio da Petrobrás.

Muito bem feito e divertido, o curta "A ilha" é ótimo para ser utilizado em classes do ensino fundamental. Para tanto, sugere-se as seguintes atividades:

a) Após sua exibição, pode-se solicitar aos alunos para que contêm a história. Para realizar esta tarefa, eles terão que articular as informações dadas pelos títulos que abrem cada capítulo  (escritos em letras brancas sobre fundo negro) com a compreensão das ações realizadas e sofridas pelo protagonista. Ao fazê-lo, estarão exercitando a leitura do texto verbal escrito e a capacidade de descrever e narrar as imagens que compõem a narrativa.

b) Depois de os alunos (individualmente ou em grupos) terem contado a história para os colegas, é o momento de solicitar que a escrevam e, por fim, façam a leitura oral dos textos produzidos. Desta forma, trabalha-se tanto a escrita quanto a oralidade.

c) Por fim, pode-se explorar o fato de que o curta apresentado é um gênero híbrido, fazendo com que os alunos percebam que ele mistura a linguagem dos quadrinhos e do cinema mudo. Para tanto, deve-se colocá-los em contato com HQs (ou "gibis", como se falava nos tempos da minha infância) e especialmente  com algum(ns) filme(s) do cinema mudo. E, para isso, nada melhor do que aqueles com personagens cômicos. É o momento de apresentar (e manter viva a memória) dos magníficos e hilariantes personagens das séries O gordo e o magroOs três patetas, sem falar - é claro - do adorável Carlitos (o "Vagabundo" de Charlie Chaplin).
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Marciano Lopes

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DICAS

Para ver outros curtas de Alê Camargo, visite seu canal no You Tube:  http://www.youtube.com/user/alexcamargo Entre os que lá se encontram, recomendo "A noite do vampiro", ótimo para ser explorado em uma classe de adolescentes com o objetivo de ampliar os horizontes da saga Crepúsculo, de Stephenie Meyer. De forma muito bem humorada, Alê Camargo satiriza o gênero ao mesmo tempo em que homenageia "Nosferatu" (1922), primeiro filme baseado no romance Drácula (1897), de Bram Stoker, e uma das grandes obras do cinema expressionista alemão.

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II Mutirão Artístico Maringaense - 19 a 26 de Maio: Programação  (Divulgação Cultural) escrito em sábado 12 maio 2012 08:53

Blog de outraspalavras : REVISTA OUTRAS PALAVRAS, II Mutirão Artístico Maringaense - 19 a 26 de Maio: Programação

Uma semana com muita arte no Motor Democrático Bar: literatura, música, fotografia, quadrinhos, pintura, dança, cinema, escultura, teatro etc...

Para ver a programação e conhecer alguns dos  artistas que estarão participando, acesse o blog do evento:

http://mutiraoartisticomaringaense.blogspot.com.br/p/programacao-cultural.html

 

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Resposta ao artigo "Aula cronômetrada" da Revista Veja  (Literatura e ensino) escrito em terça 01 maio 2012 15:45

Sou professora do Estado do Paraná e fiquei indignada com a reportagem da jornalista Roberta de Abreu Lima “Aula Cronometrada”. É com grande pesar que vejo quão distante estão seus argumentos sobre as causas do mau desempenho escolar com as VERDADEIRAS razões que geram este panorama desalentador. Não há necessidade de cronômetros, nem de especialistas para diagnosticar as falhas da educação. Há necessidade de todos os que pensam que: “os professores é que são incapazes de atrair a atenção de alunos repletos de estímulos e inseridos na era digital” entrem numa sala de aula e observem a realidade brasileira. Que alunos são esses “repletos de estímulos” que muitas vezes não têm o que comer em suas casas quanto mais inseridos na era digital? Em que pais de famílias oriundas da pobreza trabalham tanto que não têm como acompanhar os filhos em suas atividades escolares, e pior em orientá-los para a vida? Isso sem falar nas famílias impregnadas pelas drogas e destruídas pela ignorância e violência, causas essas que infelizmente são trazidas para dentro da maioria das escolas brasileiras. Está na hora dos professores se rebelarem contra as acusações que lhes são impostas. Problemas da sociedade deverão ser resolvidos pela sociedade e não somente pela escola. Não gosto de comparar épocas, mas quando penso na minha infância, onde pai e mãe, tios e avós estavam presentes e onde era inadmissível faltar com o respeito aos mais velhos, quanto mais aos professores e não cumprir as obrigações fossem escolares ou simplesmente caseiras, faço comparações com os alunos de hoje “repletos de estímulos”. Estímulos de quê? De passar o dia na rua, não fazer as tarefas, ficar em frente ao computador, alguns até altas horas da noite, (quando o têm), brincando no Orkut, ou, o que é ainda pior, envolvidos nas drogas. Sem disciplina seguem perdidos na vida.
Realmente, nada está bom. Porque o que essas crianças e jovens procuram é amor, atenção, orientação e disciplina.
Rememorando, o que tínhamos nós, os mais velhos, há uns anos atrás de estímulos? Simplesmente: responsabilidade, esperança, alegria. Esperança que se estudássemos teríamos uma profissão, seríamos realizados na vida. Hoje os jovens constatam que se venderem drogas vão ganhar mais. Para quê o estudo? Por que numa época com tantos estímulos não vemos olhos brilhantes nos jovens? Quem, dos mais velhos, não lembra a emoção de somente brincar com os amigos, de ir aos piqueniques, subir em árvores?
E, nas aulas, havia respeito, amor pela pátria.. Cantávamos o hino nacional diariamente, tínhamos aulas “chatas” só na lousa e sabíamos ler, escrever e fazer contas com fluência.
Se não soubéssemos não iríamos para a 5ª. Série. Precisávamos passar pelo terrível, mas eficiente, exame de admissão. E tínhamos motivação para isso.
Hoje, professores “incapazes” dão aulas na lousa, levam filmes, trabalham com tecnologia, trazem livros de literatura juvenil para leitura em sala-de-aula (o que às vezes resulta em uma revolução), levam alunos à biblioteca e a outros locais educativos (benza, Deus, só os mais corajosos!) e, algumas escolas públicas onde a renda dos pais comporta, até a passeios interessantes, planejados minuciosamente, como ir ao Beto Carrero.
E, mesmo, assim, a indisciplina está presente, nada está bom. Além disso, esses mesmos professores “incapazes”, elaboram atividades escolares como provas, planejamentos, correções nos fins-de-semana, tudo sem remuneração;
Todos os profissionais têm direito a um intervalo que não é cronometrado quando estão cansados. Professores têm 10 minutos de intervalo, quando têm de escolher entre ir ao banheiro ou tomar às pressas o cafezinho. Todos os profissionais têm direito ao vale alimentação, professor tem que se sujeitar a um lanchinho, pago do próprio bolso, mesmo que trabalhe 40 h.semanais. E a saúde? É a única profissão que conheço que embora apresente atestado médico tem que repor as aulas. Plano de saúde? Muito precário.
Há de se pensar, então, que são bem remunerados... Mera ilusão! Por isso, cada vez vemos menos profissionais nessa área, só permanecem os que realmente gostam de ensinar, os que estão aposentando-se e estão perplexos com as mudanças havidas no ensino nos últimos tempos e os que aguardam uma chance de “cair fora”.Todos devem ter vocação para Madre Teresa de Calcutá, porque por mais que esforcem-se em ministrar boas aulas, ainda ouvem alunos chamá-los de “vaca”,”puta”, “gordos “, “velhos” entre outras coisas. Como isso é motivante e temos ainda que ter forças para motivar. Mas, ainda não é tão grave.
Temos notícias, dia-a-dia, até de agressões a professores por alunos. Futuramente, esses mesmos alunos, talvez agridam seus pais e familiares.
Lembro de um artigo lido, na revista Veja, de Cláudio de Moura Castro, que dizia que um país sucumbe quando o grau de incivilidade de seus cidadãos ultrapassa um certo limite.
E acho que esse grau já ultrapassou. Chega de passar alunos que não merecem. Assim, nunca vão saber porque devem estudar e comportar-se na sala de aula; se passam sem estudar mesmo, diante de tantas chances, e com indisciplina... E isso é um crime! Vão passando série após série, e não sabem escrever nem fazer contas simples. Depois a sociedade os exclui, porque não passa a mão na cabeça. Ela é cruel e eles já são adultos.
Por que os alunos do Japão estudam? Por que há cronômetros? Os professores são mais capacitados? Talvez, mas o mais importante é porque há disciplina. E é isso que precisamos e não de cronômetros. Lembrando: o professor estadual só percorre sua íngreme carreira mediante cursos, capacitações que são realizadas, preferencialmente aos sábados. Portanto, a grande maioria dos professores está constantemente estudando e aprimorando-se. Em vez de cronômetros, precisamos de carteiras escolares, livros, materiais, quadras-esportivas cobertas (um luxo para a grande maioria de nossas escolas), e de lousas, sim, em melhores condições e em maior quantidade..
Existem muitos colégios nesse Brasil afora que nem cadeiras possuem para os alunos sentarem. E é essa a nossa realidade! E, precisamos, também, urgentemente de educação para que tudo que for fornecido ao aluno não seja destruído por ele mesmo
Em plena era digital, os professores ainda são obrigados a preencher os tais livros de chamada, à mão: sem erros, nem borrões (ô, coisa arcaica!), e ainda assim se ouve falar em cronômetros. Francamente!!!
Passou da hora de todos abrirem os olhos e fazerem algo para evitar uma calamidade no país, futuramente. Os professores não são culpados de uma sociedade incivilizada e de banditismo, e finalmente, se os professores até agora não responderam a todas as acusações de serem despreparados e “incapazes” de prender a atenção do aluno com aulas motivadoras é porque não tiveram TEMPO.
Responder a essa reportagem custou-me metade do meu domingo, e duas turmas sem as provas corrigidas.
 
 
Vanessa Storrer - professora da rede Municipal de Curitiba
 
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Revista JIOP n. 2 - Editorial - Sumário - Normas para Publicação  (Contribuições para a Revista JIOP) escrito em domingo 29 abril 2012 18:53

Blog de outraspalavras :REVISTA OUTRAS PALAVRAS, Revista JIOP n. 2 - Editorial - Sumário - Normas para Publicação

  Blog de outraspalavras : REVISTA OUTRAS PALAVRAS, Revista JIOP n. 2 - Apresentação - Sumário - Normas para Publicação

EDITORIAL


A segunda edição da Revista JIOP (Jornada Interartes Outras Palavras), fruto do Projeto Outras Palavras, do departamento de Letras da Universidade Estadual de Maringá (UEM), começa a engatinhar não apenas no seu estilo editorial, pois também começa a dedilhar os aspetos primordiais de sua linguagem.

É bem verdade que tratar de um eixo temático tão amplo como a relação da Literatura com outras Artes não é um assunto “simplista”. Substancialmente porque exige que os leitores e colaboradores tenham um olhar aguçado, que vá além da superfície, percorrendo as profundas águas dos sentidos, das sensações e do objeto artístico. Pois, quando extraímos qualquer sumo da Arte, não basta olhar através da fenda. É preciso que o observador em questão se disponha a encarar o ritual de passagem.

Roger Bastide, em “Variações sobre a porta barroca”, classifica uma porta como um vão que separa dois domínios: o dos deuses e o dos mortais. Nesta distinção de vãos, ele entende a porta como o símbolo de “grandeza e nobreza ao gesto do homem que caminha, que transpõe o umbral de todo um mundo” [1].

De fato, eis a nossa proposta: transpor os umbrais. Por isto nos arriscamos a trabalhar com a diversidade de manifestações artísticas. Doravante, sete seções temáticas fixas passam a delinear a revista: 1) Dédalo; 2) Lambe-lambe; 3) Gestus; 4) Humus; 5) Nocaute; 6) Sólâmina; 7) Pandora; além, obviamente, de entrevistas, reportagens e seções especiais pertinentes à proposta de cada edição, como é o caso da reportagem sobre o trabalho de pesquisa de Sebastião Milaré a respeito da arte de Antunes Filho e do Especial Urgência, incluído na seção Sólâmina.

A seção Dédalo é dedicada a artigos acadêmicos. A escolha dessa metáfora nos foi bastante interessante, pois evoca o personagem mítico grego Daídalos, inventor do Labirinto construído ao Rei Minos, de Creta, a fim de aprisionar o Minotauro. Mas por que um título tão incongruente? Justamente porque nossa proposta não é solucionar problemas ou responder questões; mas, sobretudo, provocá-las. Não propomos a busca da saída; mas apropriadamente nos lançamos a percorrer labirintos.

Já o eixo Lambe-lambe, como o próprio nome evoca, trata da fotografia. Este não é um nome apenas “romântico” ou saudosista, porém, acreditamos que, por mais tecnológicas que se manifestem as linguagens no mundo contemporâneo, na Arte o artesanal, o feitio de Ars Poetica, como nas origens, jamais pode ser esquecido. Este mesmo padrão segue na seção Humus. Pois, em todas as Cosmologias, sejam elas orientais ou ocidentais, o húmus da terra recebeu o sopro divino e se tornou homo. E acaso não é da Terra, da matéria-viva que o artista plástico tira sua Arte, seu pão? Não é dela que nascem o homem e seus objetos artísticos?

A seção Gestus, como o próprio nome indica, relaciona-se à arte dramática e ao conceito brechtiano, que visa além da maquinada gestualidade, mas elabora possibilidades de se criar “gestos sociais”. Gestos verdadeiramente humanos, alheios ao meramente pictórico.

Quanto à seção Nocaute, ela nos foi de uma grande alegria, pois buscávamos a definição com o mestre Cortázar. Nocaute nos surgiu de modo seco, com o mesmo movimento rápido, intenso e desafiador que une qualquer estrutura textual ligada a esse incrível gênero literário denominado “conto”. A seção Pandora é ligada à poesia. Talvez esta tenha sido a que mais tirou nosso sono, pois falar de Poesia não é tarefa das mais simples, já que ela jamais se rende ao que dista do temporal dos sentimentos: alegrias e horrores, como no mito da Caixa de Pandora. Poesia é isso: temporal. Nunca o lago em suspensão, mas o rio em correnteza brutal.

Por fim, o última eixo, nomeado com o neologismo Sólâmina, é dada em razão do famoso poema de João Cabral de Melo Neto, “Uma faca só lâmina”. Esta é a seção musical e, ironicamente, foi batizada com o título de um dos poetas brasileiros considerados mais duros e menos musicais pela crítica literária. No entanto, acreditamos que a música e a literatura jamais são entidades separadas: nem Vésper, nem Lúcifer: apenas Vênus. Pois uma faca “Sólâmina”, ou uma faca de duas pontas, é o objeto que escolhemos para falar de música e texto.

Nesta edição contamos com colaboradores fantásticos. O sumário indica cada seção temática e seus respectivos participantes.

Esperamos que na próxima edição tenhamos a participação e a mesma força lírica que esta edição apresentou.

E la nave va!

Os editores

Marcele Aires Franceschini
Marciano Lopes e Silva



[1] São Paulo, Novos Estudos, 2006. Obs: O texto de Bastide foi originalmente publicado em francês no segundo número da revista Habitat (São Paulo, 1951), com fotografias de Pierre Verger. A tradução para o português é de Samuel Titan Jr.

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Disponível para download em:
www.dle.uem.br

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 Blog de outraspalavras : REVISTA OUTRAS PALAVRAS, Revista JIOP 2 online. Confiram!

SUMÁRIO


Dédalo
:

artigos sobre literatura e outras artes
focalizando três temas: a arte de Chico Buarque,
a relação texto-imagem e o ensino de literatura.

 Pandora:
poemas de Eduardo Siqueira, Beatriz Bajo, Gisele Cezar, Ingrid Leutwiler, Karen Debértolis, Marcele Aires, Marciano Lopes, Rodrigo Vaz, Samantha Abreu e Sansão.

  Nocaute:
contos de Alexandre Gaioto, Beatriz Pazini Ferreira, Gisele Cezar,
Marcele Aires, Marciano Lopes, Michel Queiroz, R. W. Gomes,
Ronie Von Martins, Wagner Belinato e Wellington Xavier de Oliveira.

  Gestus:
textos dramáticos de Carla Kühlewein,
Luciana de Paula e Edson Gemes.

 Sólâmina:
João Cabral por Humanish
Guimarães Rosa por Tonho Costa
Especial Outras Palavras: “Urgência” por No Meio do Caminho

  Humus:
 Grafismos – Marcus Vareschi
Cidade-Sofá-Objeto  – Tadeu dos Santos

  Lambe-Lambe:

O que será? - Andressa Modolo
A unidade do Ser: butaneses em imagens – Graziela Diez
Nowhereman – Rubens Pileggi

  Reportagem:
Sebastião Milaré: o guardador das águas de Antunes Filho - por Marcele Aires

 Blog do POP:
Melhores postagens de 2010/2011

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Disponível para download em:
www.dle.uem.br

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NORMAS PARA PUBLICAÇÃO

:
1) ARTIGOS:

A) Os textos devem tratar da literatura e/ou da teoria literária e sua relação com outras artes/teorias (música, cinema, artes plásticas, teatro, quadrinhos) e o seu ensino de forma interdisciplinar, ou seja, conjugado com o de outra arte ou linguagem. O referencial teórico de abordagem do tema e/ou do corpus é livre.

B) Número de páginas: mínimo de 10 e máximo de 25 (há flexibilidade para mais e menos). Fonte: Times New Roman 12 para o corpo do texto e títulos e subtítulos e Times New Roman 11 para citações com adentramento.

C) Todas as margens de 3 cm.

D) Título centralizado em negrito e caixa alta.

E) Digitar o nome do(s) autor(es) dois espaços abaixo do título e centralizado. Colocar ao lado, entre parenteses, a sigla da instituição a que pertence.

F) Dois espaços abaixo digitar Resumo e Palavras-chave (até cinco) e um espaço após digitar Abstract, ou Resumen, ou Résumé (mais cinco palavras-chave na língua escolhida);

G) Subtítulos em negrito e só com a inicial em maiúscula.

H) Parágrafos com adentramento de 1,5 cm na 1ª linha.

I) Citações com mais de 3 linhas em destaque, ou seja, com adentramento à esquerda de 4 cm.

J) Referências no corpo do texto apresentadas da seguinte forma: (AUTOR, ano, p.).

K) Notas de rodapé para comentários (não usá-las para apresentar as referências das citações).

L) Referências ao final do artigo segundo normas da ABNT.

M) Permite-se o uso de tabelas, imagens e links para a web no corpo do texto.

N) Arquivos de imagens em formato gif ou jpg.

O) Apresentar ao final do texto - após Referências - um minicurrículo contendo no máximo 10 linhas e link para o Currículo Lattes.

P) Os arquivos devem ser apresentados em formato .doc (Compatível com Word 2003).

Q) ATENÇÃO: Artigos de graduandos devem ser acompanhados no nome do professor responsável/orientador e instituição a qual pertence.

2) CRIAÇÃO LITERÁRIA E TEATRAL

a) A formatação do texto é livre. Os arquivos - quando de textos - devem ser apresentados em formato doc (compatível com Word 2003) Aceita-se poemas visuais, em flash etc...

b) Apresentar ao final do texto um pequeno release/minicurrículo contendo no máximo 5 linhas e link para blog ou página pessoal na web quando houver.

3) ARTES PLÁSTICAS / CARTOON/ FOTOGRAFIA/ HQ /

a) Enviar arquivos de imagens das obras em formato gif ou jpg.

b) Apresentar ao final do texto um pequeno release/minicurrículo contendo no máximo 10 linhas e link para blog ou página pessoal na web quando houver.

 

Recebemos as contribuições em fluxo contínuo,
que devem ser endereçadas para:
sec-ple@uem.br
com o seguinte Assunto:
"Revista JIOP - Nome da Seção"

 
 
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Zoom na literatura infantil de Istvan Banyai  (Artes Visuais) escrito em sexta 27 abril 2012 18:00

Vídeo animando o livro infantil Zoom, de Istvan Banyai, um exemplo de como a ilustração é uma arte independente da literatura e de como o vídeo pode ser um ótimo instrumento para animar e divulgar a literatura infantil, tornando-a ainda mais atraente aos olhos do seu leitor.

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